sexta-feira, abril 10, 2009

IMAGEM ESPETACULAR !!!!!

O dragão-voador é uma espécie de lagarto capaz de realizar pequenos vôos.

Assim chamado por causa da aparência muito semelhante a da criatura mitológica, ao contrário dela, não cospe fogo e nem é tão grande, mas consegue “voar” graças a uma membrana escamosa, de cor alaranjada e negra que abre de cada lado do corpo, as quais desempenham um papel de pára-quedas.
A numerosa ordem dos lagartos reúne espécies com as mais exóticas características. Alguns são imensos com mais de 3 metros de comprimento, já outros nem tão grandes, se destacam por excentricidades que apresentam como “golas” de peles ao lado da nuca que quando eriçadas tornam o simpático lagarto ameaçador.Existem ainda aqueles que ao invés de tentarem contra-atacar seus predadores preferem permanecer imóveis, como se estivessem mortos; assim, com a menor distração do agressor aproveitam para fugir. Existem ainda, os denominados mestres da camuflagem, capazes de adquirir a mesma tonalidade do ambiente em que estão. Contudo, nas florestas chuvosas do sudeste asiático encontra-se um dos mais “ilustres” representantes da ordem: o dragão-voador (Draco volans).
Apesar de levar o pomposo nome de “dragão”, mede apenas 22 cm de comprimento, não cospe fogo pela boca, mas assim como o famoso ser mitológico é capaz de “voar”.Esse estranho lagarto inteiramente adaptado a vida arborícola tem um método nada comum de transpor grandes espaços por entre as árvores da mata: pendente da casca de um ramo pelas garras, lança-se no espaço, parecendo uma borboleta de cores vivas. No entanto, para realizar tal proeza acrobática conta com um tipo especial de aparato denominado patágio, que são duas membranas que dobram em pregas ao lado do corpo quando o animal está em repouso, e que se abrem em duas “asas”.Assim aparamentado, o pequeno réptil consegue efetuar sensacionais vôos planados de 10 a 12 m de extensão, podendo as vezes atingir a incrível marca dos 100 m. Já quando aterrissam, as costelas dobram-se para trás, no exato ponto onde entram em contato com a superfície do corpo.


Fonte: José Henrique Moskoski

Um comentário:

Luciana disse...

Muito interessante... E curioso!